Tecnologia e inovação deixaram de ser “assunto de futuro” e viraram requisito de sobrevivência. Quem cresce de forma sustentável é quem transforma tecnologia em capacidade operacional, e não apenas em projetos pontuais, mudando o foco: menos ferramenta isolada, mais base sólida.
A realidade é que a transformação digital avançou, mas o valor capturado ainda fica abaixo do potencial.
A McKinsey & Company aponta que 89% das grandes empresas já estão em jornada de transformação digital e IA, mas, em média, capturaram apenas 31% do aumento de receita esperado e 25% da redução de custos esperada.
Um dos motivos mais comuns é simples: tentar inovar em cima de um ambiente fragmentado.
Sistemas que não conversam, dados duplicados, processos que dependem de planilhas, relatórios que chegam tarde e decisões tomadas com base em versões diferentes da verdade. Tecnologia existe, mas inovação empresarial não se sustenta.
Ao mesmo tempo, o volume de dados cresce e aumenta a exigência por governança. Um relatório associado ao IDC, publicado pela Seagate, projeta a expansão da Global Datasphere para 175 zettabytes até 2025, colocando pressão direta sobre integração, qualidade e segurança da informação.
Para diretores de tecnologia, isso reforça a urgência de base robusta, controles e rastreabilidade.
É nesse contexto que o ERP muda de papel. Ele deixa de ser apenas um sistema operacional e passa a ser a fundação que viabiliza automação, integração, Big Data, Business Intelligence e decisões mais rápidas.
O ERP se torna a infraestrutura que suporta tecnologia e inovação de forma contínua.
Conceito de tecnologia e inovação
Tecnologia é o conjunto de ferramentas, métodos e sistemas usados para resolver problemas e ampliar capacidades. Ela inclui softwares, plataformas, infraestrutura, cloud, integração, analytics, segurança e automação.
É a parte “meio” que permite fazer melhor, mais rápido e com menos erros.
Inovação é a aplicação prática dessa tecnologia para gerar valor real.
Valor pode significar eficiência, velocidade, previsibilidade, novos produtos, novos serviços ou novos modelos de negócio. Inovação empresarial, na prática, é entregar resultados que a organização não conseguia entregar antes.
O erro mais comum é tratar inovação como sinônimo de novidade. Isso cria iniciativas “bonitas” que não escalam. Quando o operacional não sustenta, a inovação vira exceção, não rotina.
Outro erro frequente é confundir digitalização com transformação. Digitalização é colocar algo no digital. Transformação digital é redesenhar processos e decisões com base em dados, integração e governança.
Nesse ponto, tecnologia e inovação precisam de estrutura. Não adianta ter BI avançado se o dado de origem é instável. Não adianta falar de Big Data se o cadastro não fecha e cada área mede de um jeito.
É por isso que uma base de gestão integrada muda o jogo. O ERP organiza processos e dados, cria um “núcleo confiável” e permite que tecnologias em volta gerem valor de verdade. Sem essa base, o futuro vira retrabalho.
Qual é a importância da inovação e tecnologia?
A importância da tecnologia e inovação está em reduzir a distância entre evento e decisão. O mercado muda rápido, custo muda rápido, demanda muda rápido. A empresa precisa responder sem perder controle, sem travar e sem aumentar risco.
Para líderes de TI e inovação, isso envolve uma ambição e um risco. A ambição é aumentar performance com automação, integração e analytics. O risco é crescer a complexidade mais rápido do que a governança.
Quando a base é fragmentada, cada novo sistema “resolve um pedaço”. E cada pedaço aumenta o custo de integração. O resultado é uma empresa que gasta mais para operar e demora mais para decidir.
Quando a base é integrada, a inovação flui por cima de regras e dados consistentes. A empresa consegue automatizar rotinas, padronizar indicadores e evoluir processos com menos conflito entre áreas.
Existe também a dimensão de segurança e continuidade operacional. Se o custo médio de uma violação chega a milhões, o impacto no orçamento e na reputação vira tema de diretoria.
Segurança e governança deixam de ser “freio” e viram habilitadores para inovação sustentável.
A inovação também protege a margem. Reduz perdas, retrabalho, horas improdutivas e decisões ruins. E aumenta a previsibilidade, algo crítico para operações complexas, com múltiplas unidades, centros de custo e exigências fiscais.
No fim, tecnologia e inovação importam porque transformam energia em resultado. A empresa para de correr atrás do próprio rastro. E começa a construir evolução contínua.
Quais são os 4 tipos de inovação tecnológica?
A inovação tecnológica aparece de formas diferentes dentro das empresas. Entender esses tipos ajuda a construir um portfólio equilibrado. E evita a armadilha de apostar tudo em uma única abordagem.
1. Inovação incremental
É a melhoria contínua do que já existe. Envolve ajustar processos, reduzir gargalos, automatizar tarefas e melhorar indicadores pouco a pouco. É onde a maioria do ROI aparece com previsibilidade.
No dia a dia, inovação incremental significa reduzir tempo de fechamento, diminuir retrabalho no faturamento, aumentar acurácia de estoque e padronizar aprovações. Aqui, ERP e automação são protagonistas.
2. Inovação radical
É uma mudança profunda na forma de operar. Pode envolver reestruturação de processos centrais, adoção de uma nova arquitetura de sistemas, migração estruturada para cloud e reconfiguração de cadeias de suprimentos.
Esse tipo exige muita integração entre áreas. Se o coração operacional estiver fragmentado, a mudança vira projeto eterno. E a empresa paga o custo duas vezes, mudando e corrigindo.
3. Inovação disruptiva
É quando um novo modelo muda o mercado. Pode ser servitização, produtos por assinatura, ecossistemas digitais e modelos baseados em dados. Mesmo sendo “de negócio”, depende do operacional.
Sem ERP e dados consistentes, a empresa tenta escalar o novo modelo e quebra a operação. Disrupção sem base vira instabilidade.
4. Inovação em processos
É o foco em eficiência, controle, previsibilidade e qualidade. É muito comum em indústria, logística, varejo, serviços e operações financeiras. Aqui, processos integrados e dados confiáveis são o diferencial.
Na prática, empresas maduras combinam os quatro tipos. E usam o ERP como eixo para não perder governança. Inovação vira capacidade, não episódio.
Como tecnologia e inovação impulsionam os resultados?
Tecnologia e inovação impulsionam resultados quando diminuem fricção. Fricção de tempo, de custo, de erro e de decisão. Cada fricção removida vira ganho de margem, produtividade ou velocidade.
O primeiro impacto aparece na eficiência. A automação reduz tarefas repetitivas e erros manuais. Menos retrabalho significa mais capacidade produtiva com o mesmo time.
O segundo impacto aparece na tomada de decisão. Quando dados são centralizados, a empresa reduz a guerra de versões. A diretoria deixa de discutir “qual número é o certo” e passa a discutir “qual decisão tomar”.
O terceiro impacto aparece no controle. Processos padronizados aumentam a rastreabilidade. Isso facilita auditoria, compliance e gestão de riscos. E reduz o custo de “consertar depois”.
O quarto impacto aparece na experiência. Cliente e colaborador sentem processos mais fluídos. Menos atraso por divergência cadastral. Menos falha por falta de integração. Menos retrabalho por informação incompleta.
É aqui que Big Data e Business Intelligence entram com força. BI acelera análise e monitoramento de indicadores. Big Data amplia a capacidade de cruzar dados internos e externos para detectar padrões.
Só existe um detalhe: BI e Big Data não salvam uma base ruim. Quando a origem do dado é inconsistente, o insight vira ilusão. O resultado é uma empresa que toma decisão rápida, mas errada.
Por isso, a base importa tanto. O ERP sustenta a qualidade da informação, padroniza regras e cria um ponto de verdade. Com isso, tecnologia e inovação deixam de ser discurso e viram desempenho.
Principais vantagens da tecnologia e inovação nas empresas
A adoção estruturada de tecnologia e inovação traz vantagens em camadas. Algumas são imediatas. Outras aparecem quando a empresa amadurece processos, dados e gestão.
Integração entre áreas e menos silos
Com processos conectados, a empresa reduz atrito entre departamentos. Comercial, operações, financeiro, fiscal e logística passam a trabalhar com a mesma referência.
Redução de custos invisíveis
Retrabalho, reconciliações manuais, ajustes de planilha e correções de cadastro somam muito. Quando a empresa automatiza e padroniza, esses custos caem de forma consistente.
Aumento de produtividade e foco do time
Com menos tarefas repetitivas, as equipes ganham tempo para análise, melhoria e gestão. A TI sai do modo reativo e entra no modo evolutivo.
Previsibilidade e governança
Regras claras, trilhas de auditoria e controles de acesso aumentam a segurança. Isso reduz risco operacional e risco de conformidade. E facilita o crescimento com consistência.
Melhor tomada de decisão com BI
Business Intelligence ganha qualidade quando o dado é íntegro. Dashboards passam a refletir o que está acontecendo, não só o que alguém registrou em paralelo.
Escalabilidade
A empresa cresce sem multiplicar caos. Novas unidades, novos canais e novas linhas de produto entram no fluxo sem criar uma “empresa paralela” de exceções.
Resiliência e continuidade operacional
Ambientes modernos, bem governados, suportam redundância, controle e atualização. Isso reduz paradas e melhora capacidade de resposta a incidentes.
Essas vantagens aumentam quando a empresa tem um núcleo sólido. E é por isso que o ERP é tão relevante para tecnologia e inovação. Sem ERP como base, a empresa até digitaliza. Mas não transforma.
Como o ERP impulsiona a tecnologia e inovação nos negócios?
O ERP funciona como a espinha dorsal da gestão. Ele centraliza processos, unifica dados e dá previsibilidade para a operação. E, ao mesmo tempo, cria um ambiente mais favorável para inovação empresarial.
Para diretores de tecnologia, o ERP reduz a “integração improvisada”. E aumenta governança, rastreabilidade e segurança. Para diretores de inovação, o ERP acelera a passagem da ideia para a execução.
A seguir, os principais mecanismos práticos.
Tomada de decisão baseada em dados
Decisão baseada em dados depende de consistência. Depende de um dado mestre confiável. Depende de processos que registrem transações corretamente. E depende de regras que evitem distorções.
Quando cada área tem seu sistema e sua planilha, a empresa vira um debate permanente. A reunião acontece para alinhar número, não para decidir. A energia vai embora antes da decisão começar.
Com ERP, as transações passam por um fluxo padronizado. O pedido vira faturamento. O faturamento vira financeiro. O financeiro alimenta indicadores. A gestão passa a olhar o negócio como um organismo único.
Nesse cenário, Business Intelligence deixa de ser “painel bonito”. E vira instrumento de gestão. Dashboards ganham credibilidade porque refletem o mesmo dado que move o operacional.
Big Data entra como camada de ampliação. A empresa consegue combinar histórico de vendas, variações de custo, dados de supply chain, dados de atendimento e variáveis externas. E transforma isso em previsão e antecipação.
O resultado aparece em indicadores de alto impacto. Giro de estoque melhora. Ciclo de caixa encurta. Acurácia aumenta. Perdas caem. Produtividade sobe.
A tomada de decisão também ganha velocidade. O tempo entre o fato e o insight diminui. E isso é transformação digital de verdade: decidir melhor, mais cedo, com menos risco.
Integração e centralização de dados
A centralização de dados não é um luxo. É uma condição para inovar sem se perder. Quando dados ficam espalhados, a empresa cria silos e perde visão do todo.
ERP integra as áreas e cria um ponto de verdade. Isso reduz a duplicidade. Reduz inconsistência. E reduz o custo de “reconciliação”, que é um dos maiores ralos de tempo no backoffice.
A integração melhora o operacional e melhora a experiência do cliente. Entregas falham menos quando estoque e pedido conversam. Cobranças são mais precisas quando faturamento e financeiro estão alinhados.
A integração também fortalece a governança de dados. E governança é o que viabiliza BI e Big Data em escala. Sem governança, a organização cria centenas de relatórios. E ninguém confia em nenhum.
Além disso, a centralização favorece compliance e auditoria. Rastrear aprovações, alterações e eventos fica mais simples. Isso protege a empresa e dá segurança para avançar.
Para gestores de transformação digital, esse ponto é vital. Transformação não acontece em áreas isoladas. Acontece quando fluxos são redesenhados ponta a ponta.
Automação de processos
Automação é onde tecnologia e inovação viram eficiência mensurável. Mas automação boa não é remendo. Ela precisa estar dentro da lógica do processo, com regras e exceções bem definidas.
O ERP habilita a automação porque concentra regras do negócio. Políticas de aprovação. Limites. Alçadas. Regras fiscais. Fluxos de compras. Rotinas financeiras. Integrações logísticas.
Quando a automação fica “por fora”, em ferramentas desconectadas, ela vira frágil. Quebra com qualquer mudança. E cria risco de segurança e rastreabilidade.
Quando a automação está integrada ao ERP, a empresa reduz o erro humano e aumenta o padrão. E também reduz tempo de ciclo. Compra aprova mais rápido. Pedido fatura com menos ajuste. Fechamento ocorre com menos retrabalho.
Esse ganho libera capacidade do time. Pessoas deixam de fazer “controle manual”. E passam a fazer análise e melhoria contínua. Isso é inovação empresarial aplicada à rotina.
A automação também apoia a governança. Processos automatizados registram eventos. Deixam trilha. E geram auditoria. Isso é fundamental em ambientes regulados e operações complexas.
Escalabilidade e flexibilidade
Toda organização que cresce enfrenta um dilema: escalar sem perder controle. A empresa pode crescer em receita e quebrar em operação. Isso acontece quando processos não são replicáveis e dados não são consistentes.
ERP oferece escalabilidade quando suporta expansão com governança. Novas unidades, novos CNPJs, novos canais, novas políticas, tudo entra em um modelo que mantém padrão e rastreabilidade.
Flexibilidade também é chave. O mercado muda. A empresa muda. Regras mudam. Um ERP moderno precisa adaptar processos sem exigir reinvenção completa.
A flexibilidade também envolve integração com ecossistema. APIs, conectores, plataformas de BI, CRM, ferramentas de atendimento, plataformas de e commerce e soluções de cadeia de suprimentos.
Inovação empresarial acontece em rede. E o ERP precisa ser o núcleo que dá consistência a essa rede. Se o núcleo for fraco, a rede fica instável.
Atualizações constantes e evolução contínua
Transformação digital não é um projeto com fim. É uma evolução contínua. O que era suficiente há dois anos pode ser um gargalo hoje. E o que funciona hoje pode ficar obsoleto em pouco tempo.
Por isso, a capacidade de atualização e evolução do ERP importa tanto. Um sistema central que não evolui trava iniciativas em volta. Ele limita integrações, dificulta novas automações e aumenta risco operacional.
Atualizações constantes também ajudam na conformidade. Mudanças fiscais, contábeis e regulatórias exigem resposta rápida. Um ERP moderno reduz o custo de manter a empresa atualizada e aderente.
Evolução contínua também significa incorporar boas práticas. Significa melhorar usabilidade, relatórios, integrações e desempenho. Isso aumenta a adoção e reduz “atalhos” fora do sistema.
Quando o ERP evolui, a inovação empresarial ganha ritmo. A empresa não precisa parar tudo para recomeçar. Ela melhora em movimento, com menos ruptura.
Segurança e continuidade operacional
A segurança deixou de ser um tema apenas técnico. Virou tema de negócio. Impacta custo, reputação, conformidade e continuidade. E como o ERP concentra processos críticos, ele precisa ser tratado como ativo estratégico de risco.
Segurança, no ERP, envolve controle de acesso, segregação de funções, trilhas de auditoria, criptografia, monitoramento e políticas. Também envolve disciplina de dados mestres e processos bem definidos.
Continuidade operacional envolve disponibilidade e resiliência. Paradas custam caro, e não só em TI. Custam em vendas, operação, atendimento e reputação.
Modelos modernos em cloud e SaaS também entram aqui. Quando bem arquitetados, podem aumentar resiliência com redundância, backup e atualização mais frequente. E podem facilitar o acesso seguro para equipes distribuídas.
Segurança e continuidade são o que permitem inovar sem medo. Se a base é frágil, qualquer inovação vira risco. Se a base é sólida, inovação vira rotina.
ERP Sankhya: a solução tecnológica e inovadora
O ERP Sankhya se destaca como uma plataforma que fortalece tecnologia e inovação dentro das empresas.
Sua evolução acompanha o desenvolvimento industrial, começando pelo MRP voltado ao controle de matérias primas, passando pelo MRP2 e chegando ao conceito completo de ERP, sempre alinhado às demandas por eficiência e modernização.
Essa evolução transformou o sistema em uma plataforma inteligente que integra todas as áreas da empresa e conecta o negócio ao ambiente externo por meio de Business Intelligence e Big Data.
Em vez de atuar apenas como um sistema operacional, o ERP Sankhya se torna uma base tecnológica que sustenta estratégias de inovação contínua.
Entre os recursos que impulsionam tecnologia e inovação estão a mobilidade total, que permite acesso ao sistema de qualquer lugar. E os dashboards e BI nativos, que apoiam análises rápidas e decisões com mais agilidade.
O ERP também oferece modalidades flexíveis como SaaS e Sankhya Cloud, garantindo escalabilidade, segurança e acesso simplificado a tecnologias avançadas.
Dessa forma, o ERP Sankhya atua como um impulsionador de transformação digital ao modernizar processos, integrar informações e apoiar empresas que buscam inovação e competitividade.
Para as diretorias de tecnologia, isso se traduz em menos improviso e mais governança. Integrações ficam mais estruturadas. Os dados ficam mais consistentes. E a TI sai do modo “apagar incêndio”.
Para as diretorias de inovação, isso se traduz em velocidade. A empresa testa melhorias com menos atrito, porque o operacional não é um obstáculo permanente. A inovação empresarial vira pipeline contínuo.
Para gerências de TI, isso se traduz em produtividade. Menos demandas de correção manual. Menos reconciliações de dados. E mais tempo para arquitetura, performance e segurança.
Para gerências de transformação digital, isso se traduz em tração. Projetos deixam de ficar presos em pilotos. A mudança se institucionaliza, porque está conectada ao coração do negócio.
Além disso, ao centralizar e integrar processos, o ERP sustenta analytics com mais qualidade. BI ganha credibilidade. Big Data ganha direção. E a empresa consegue evoluir com mais previsibilidade.
Conclusão
Tecnologia e inovação são essenciais, mas não se sustentam sobre uma base fragmentada. Transformação digital exige um núcleo que conecte processos, padronize regras e garanta confiabilidade de dados. Sem isso, a empresa investe, mas captura pouco valor.
O ERP é a peça que integra operações, fortalece governança, viabiliza automação e prepara o terreno para Big Data e Business Intelligence entregarem impacto real. Ele transforma dados em decisões e decisões em execução.
Além disso, em um cenário em que o volume de dados cresce exponencialmente, qualidade e governança deixam de ser opcionais.
Com o ERP Sankhya, empresas ganham uma plataforma que conecta áreas, acelera decisões e sustenta evolução contínua. O resultado é mais eficiência, mais controle, mais segurança e mais capacidade de inovar com consistência.
Se a sua empresa está falando de tecnologia e inovação, mas ainda opera com dados fragmentados, integrações frágeis e decisões que chegam tarde, o risco não é “ficar para trás”. É continuar investindo em transformação digital e capturar pouco valor.
O ERP certo muda isso. Ele cria a base para automação, Big Data e Business Intelligence funcionarem de verdade, com governança, segurança e escala.
Fale com um consultor da Sankhya e descubra como o ERP Sankhya pode acelerar sua inovação empresarial com uma base tecnológica sólida.